Janeiro: a arrancada italiana e francesa
Milão e Paris abrem 2026 com renascimento criativo no menswear e alta costura.
Por Redação BH IN PRESS · Moda ·
O calendário das semanas de moda europeias para 2026 promete um renascimento criativo, com Milão e Paris abrindo o ano em grande estilo para outono/inverno masculino e alta costura. Destaque para estreias como Gucci sob Demna Gvasalia e as coleções finais de diretores icônicos em Hermès. Milão inicia com sua Fashion Week masculina de 16 a 20 de janeiro, ancorada por Prada, Gucci, Dolce & Gabbana e Armani, misturando artesanato italiano a apresentações inovadoras em estúdios íntimos. Paris assume de 20 a 25 de janeiro, com Louis Vuitton, Dior Homme e Hermès dividindo holofotes com novatas como Jeanne Friot e Magliano, em um diálogo entre herança e vanguarda. A Alta Costura parisiense segue de 26 a 29 de janeiro, liderada por Schiaparelli, em seguida por Dior e Chanel, reafirmando o savoir-faire em um mundo digitalizado. Final de Janeiro: Escandinávia e Berlim Copenhagen Fashion Week, de 26 a 30 de janeiro, reforça sua liderança em sustentabilidade, com marcas como Holzweiler e Baum und Pferdgarten apresentando experimentações eco-conscientes em runways e showroom. Berlim encerra o mês, de 30 de janeiro a 2 de fevereiro, com seu edge experimental: designers como GMBH e John Lawrence Sullivan exploram criatividade crua e identidades fluidas. Fevereiro-Março: Prêt-à-Porter Feminino Embora Londres e Milão ganhem tração em fevereiro (19-23 e 24 de março a 2, respectivamente), Paris fecha o ciclo outono/inverno de 3 a 11 de março, consolidando tendências globais com maisons como Saint Laurent e emergentes que desafiam o status quo. Esses eventos, totalizando mais de 90 dias de desfiles, questionam a eficiência da indústria, priorizando narrativas autênticas sobre espetáculos vazios. Verão: Renovação em Paris Paris retorna em junho (23-28) para masculino primavera/verão 2027 e em julho (6-9) para Alta Costura outono/inverno, mantendo seu reinado como epicentro da inovação. A Europa, assim, não só dita modas, mas impulsiona um diálogo global sobre luxo consciente e futuro estilístico.